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domingo, 28 de maio de 2017

Na Feira do Livro

Este ano, vou ter a oportunidade de estar duas vezes na Feira do Livro: no dia 1 e no dia 18. Quase podiam dar-me as chaves, que eu abria e fechava aquilo tudo.




Estarei, claro, com a editora Marcador no espaço da Presença, que anuncia aqui o seu programa.

No dia 1, O Ano da Dançarina beneficiará de uma promoção especialíssima - para além de mais barato, como é evidente, pode vir ter comigo e levá-lo autografado.

No dia 18, encontram-me na companhia de outros autores, e dessa vez é O Cavalheiro Inglês que está em promoção especialíssima-especialíssima, por isso, se ainda não leu e tem curiosidade, este é o dia!

Espero-vos lá, para muita conversa e, se calhar, algum autógrafo!


segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

No Porto, por onde andou Sofia


No Sábado, dia 31, subi da Ribeira do Porto mais uma vez, sob um sol maravilhoso. Meti pelo mesmo arco que imaginei para Sofia Silva Andrade e Robert Clarke, há mais de dois anos, e, como ela, trepei as Escadas do Barredo, parei no Largo do Terreirinho e prossegui pela Rua do Barredo, até me desenredar dessas ruas que foram outrora uma "colmeia", bairro pobre de habitação precária e má construção. Há casas recuperadas, outras nem por isso, mas o lugar continua a ser estreito, íngreme e ancião.


Em O Cavalheiro Inglês, Sofia e Robert andaram ali num dia chuvoso e escuro dos finais de 1892 e Sofia, desesperada para encontrar o irmão, tinha medo e frio. Nestas ruas estreitas, imaginei um Inverno agreste, de águas lamacenta e fétidas correndo rua abaixo, enegrecidas pela porcaria, pelos dejectos e lá-vai-água. Imaginei os homens encolhidos sob as bátegas, regressando dos seus trabalhos duros e mal pagos ou das tabernas, as escandarias esconsas por trás das pequenas portas, as casas velhas, sem esgotos, apinhadas, avós, pais, netos partilhando duas divisões esquálidas.  Imaginei as brigas do álcool, da pobreza, da ira, as tareias de marido a mulher e vice-versa. Imaginei o frio e a fome, as doenças disseminando-se como fogo em palha,

Imagino ainda, noutros dias de mais sol, como esse em que as subi, as vizinhas trocando coscuvilhices pela janela, onde a roupa estendida quase se tocaria. Imagino-as, velhas e novas, envelhecidas precocemente pela dureza da vida, pelos muitos filhos paridos em poucos anos, sentadas à porta, separando feijão. Imagino namoros à janela, outros nas esquinas escuras. Imagino os bandos de miúdos descendo a correr, para mergulhar no rio, trepando depois, a um chamado da mãe, molhados e felizes. 

Imagino uma vida sem espeaço para questionar a felicidade ou a tragédia de vivê-la assim, com tão pouco. E nisto tudo posso estar errada, porque, mesmo com pesquisa, há margem para erro. 


Um desejo para este ano (o meu quarto, quinto, ou sexto, sei lá, na ingestão das passas): que o próximo livro, O ANO DA  DANÇARINA, este um livro das ruas de Lisboa, algumas como estas, não atrase. E que agrade.



sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Vou à Festa do Livro em Belém

Entre os dias 1 e 4 de Setembro, mesmo antes do meu aniversário, há Festa do Livro em Belém, com o apoio do senhor Presidente Marcelo Rebelo de Sousa. Faz sentido, certo? É um leitor voraz.

Embora o meu Cavalheiro Inglês já esteja a ficar velhote (que depressa envelhecem os livros!) vou lá estar com ele e a Marcador, no dia 3, Sábado, pelas 18 horas

Enquanto não há data certa para o novo livro - sim, se tudo correr bem, vai mesmo haver novo livro no próximo ano - venham conversar sobre este ou ver assinado algum exemplar que por aí tenham. São todos muitíssimo bem vindos!


 Festa do Livro no Palácio de Belém

terça-feira, 17 de maio de 2016

Açucar e Viva - na Madeira

Não há nada de melhor para um escritor do que sentir que o seu livro foi apreciado e proporcionou a alguém uns belos momentos de escape e/ou reflexão. Para quem está longe de ter o sucesso (ou até nova publicação) como coisa garantida e por vezes desanima*, é realmente relevante.

Vou recebendo esse feedback por muitas vias. Estas souberam-me muito bem.

A Sandra Sousa, do blogue Mil Estrelas no Colo, leu recentemente o meu O Cavalheiro Inglês. Ainda está vivo, afinal!

Fiquei muito contente por saber que gostou.  Recomenda-o agora, na revista online Açúcar


e na sua mais recente participação no Madeira Viva! (aqui)

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É no  MADEIRA VIVA LEITURA . 
A Sandra fala a partir do minuto 33. 
Sobre o Cavalheiro, aos 38 minutos.

Os meus agradecimentos à Sandra!



*uma notinha: "desanima" de publicar, não de escrever. Como tenho dito, isso farei sempre, é-me essencial!




terça-feira, 10 de maio de 2016

É desta, duas autoras!

É agora que, por fim, eu e Célia Correia Loureiro vamos estar juntas, e no mesmo espaço inteiramente dedicado à literatura! 

Quando? Onde? (perguntais vós, com ansiedade...) 

Na Feira do Livro de Lisboa, claro! Que outro espaço seria melhor para por fim nos conhecermos?


Embora o evento se chame Encontro com Bloggers, estão todos convidados!
Se quiserem conhecer-nos, conversar connosco ou ter um dos nossos livros autografado,
é só aparecer na...

Feira do Livro de Lisboa
dia 7 de Junho, pelas 19h,
(no espaço da Marcador)

Lá vos esperamos!

sexta-feira, 8 de abril de 2016

A entrevista na RDS

A aventura de partilhar isto:

  • primeiro não consegui inserir o ficheiro de som.  
  • lá fui eu fazer um video no movie maker, que ainda nem tinha no computador.  Vão todos perdoar-me a falta de jeito, nem é video nem é nada, mas foi a minha primeira experiência...
  • depois, os cerca de 40 minutos da entrevista completa provaram-se demasiado "pesados" para os carregar directamente e obrigaram-me a usar o youtube!
  • do youtube, por algum motivo, não consegui colocar o video aqui, e tive de usar um link.

Em resumo, sou uma valente naba nisto, mas pronto... cá fica.

Para quem queira ouvir tudo, que bom! Obrigada!
Quem não tiver paciência, ouça só um pouquinho e diga de sua justiça!

Os meus agradecimentos à RDS e ao entrevistador Carlos Pinto Costa pela gentileza do convite e na entrevista.

Para ouvir, é AQUI.




sábado, 2 de abril de 2016

Quinta feira, pelas 16...

Porque já falta pouco e porque é em directo (!!), vou vencer a minha timidez habitual e divulgar aqui o seguinte...

Carla M. Soares nasceu em 1971. 

Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas pela Faculdade de Letras de Lisboa, e tornou-se professora. Tem um Mestrado em Estudos Americanos - Literatura Gótica e Film Studies. A tese de Doutoramento em História da Arte, iniciada na Faculdade onde se formou, aguarda dias mais tranquilos para uma elaboração cuidada.
Publicou em 2012 o romance de época Alma Rebelde, pela Porto Editora, e em 2014 o romance A Chama ao Vento, através da nova chacela da PE, Coolbooks. 
Ainda em 2014, publicou O Cavalheiro Inglês, na coleção Os Livros RTP da editora Marcador.
É, antes de mais, filha, mãe, mulher, amiga. Leitora e escritora compulsiva. Sempre.

Carla M. Soares vem falar dos seus livros na RDS/RADIO esta 5ª feira dia 7 entre as 16 e as 17 horas.

Pode ouvir em 87.6 FM ou na NET em www.rds.pt




Quem tiver uns minutinhos para me ouvir a estampar-me (ou não) em directo, pode depois deixar uma opinião sobre o que ouviu. A gerência agradece!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Feliz aniversário, Mr. Robert!

Fez esta semana um ano que saiu para as livrarias O Cavalheiro Inglês, com a chancela da Marcador. Fez-me muito feliz lançá-lo em papel, porque, na altura, a aventura a que me propusera com o ebook (com a Coolbooks) não era, afinal, para mim. Descobri que, embora leia muito em ebook, como escritora ainda necessito do objecto "livro", de tê-lo nas mãos, folheá-lo, assiná-lo, etc, etc. Se calhar estou velha. Eh. 

Não sei avaliar bem se foi bem sucedido. Eu diria que sim, apesar de não ter esgotado edição nenhuma - acontecerá alguma vez com algum livro meu? - e de ter poucas apreciações no GoodReads. Sei que os números das vendas foras razoáveis, pelo menos de início, e portanto vou assumir que umas quantas pessoas o leram. No GR, passou hoje mesmo a barreira dos 200 a quererem ler, mas desses, não sei quantos de facto lerão. E aqui dizeis vós: os números não têm importância! Não deviam ter, pois não? Mas têm, porque um número simpático nas vendas ajuda quem não tem ainda um nome seguro a voltar a publicar. Três livros depois, ainda é assim que sinto. E muitos leitores / cotações / opiniões ajudam-me a saber se o que faço vale a pena... Não, não é a escrita. A escrita é minha e valerá sempre a pena. É a luta pela publicação.

E cá está. Um ano depois, verifico que:
  • O Cavalheiro agradou a quem o leu e opinou (a uns mais que a outros, mas é assim mesmo); gostaria, evientemente, de ter muito mais opiniões.
  • Em três anos, outros tantos livros, um de cada editora... Não sou, pelos vistos, uma escritora fiel, mas não inteiramente por culpa minha. 2015 não viu nenhum livro meu e 2016 é uma incógnita, mas pelo menos estou livre para propor o meu trabalho a quem quiser ou  até autopublicá-lo. Fui eu que o desejei. Não parece bom, mas é.
  • Neste ano, não consegui acabar nenhum dos livros cuja escrita iniciei, nem O Coração Quente da Terra, título muitíssimo provisório para um livro demasiado próximo de mim, porque me envia para a terra onde nasci, mas que mal conheci.Tanto posso vir a acabá-lo, como não; nem acabei O Ano da Dançarina (1918), que está todo planeado, mas cuja escrita vai ainda aí a meio, sem revisões. 
  • Ando a rever A Grande Mão outra vez (voltou a crescer, bolas) com a intenção de propô-lo e, provavelmente, vê-lo recusado... é fantasia / aventura. Veremos.

Confesso ainda que considerei fazer passatempo, oferecer o livro neste seu aniversário, mas não só já não tenho nenhum, como não me apetece descobrir que já só meia dúzia o quereriam. 

E é isto. 
Parabéns, Robert Clarke! Tens um ano de vida activa. Espero que gozes de muitos mais e, sobretudo, que ainda venhas a ser lido, amado e detestado. É só para isso que serve um livro.

sábado, 6 de junho de 2015

Então, foi giro? Foi giro, sim senhor! (Encontro com Bloguers na FLL)


Esta quarta feira, dia 3, foi dia de Encontro com Bloguers, excelente ideia da Marcador (obrigada!) para a passagem de alguns dos seus autores pela Feira do Livro de Lisboa. É diferente da assinatura de autógrafos, embora também tenha havido lugar para ela - e não só d' O Cavalheiro Inglês, que motivou o encontro e a conversa, mas também do Alma Rebelde, que foi espreitando aqui e ali e surgindo naturalmente na conversa. De certa forma, este modelo de presença na Feira é mais interessante, sobretudo para um autor que não gera filas e filas de leitores à espera do seu rabisco. Falei sobre um livro de que tanto gosto e, neste caso, melhor ainda, conheci finalmente as donas de uma série de rostos que já me eram mais ou menos familiares na blogosfera e facebook.


Foi preciso ir buscar algumas cadeiras para juntar às iniciais, no espaço que a Presença reservou para estes pequenos eventos, para que pudessemos sentar-nos todas e conversar com conforto. E estivemos bem, depois dos cumprimentos e apresentações iniciais - um agradecimento à Fernanda, das Leituras da Fernanda, que fez o que eu devia ter feito, e deu início à ronda de apresentações. Tenho receio de esquecer-me de algum nome, porque eramos várias e quero agradecer a todas! Vamos ver: Sofia Ramos, Cláudia Pacheco, Cristina(s) Delgado, Ivonne Zuzarte, Joana Gonzalez, Daniela RC, Rita Monteiro e Vanessa Baptista. Se me esqueci de alguém ou não consigo identificar, deixem mensagem, que acrescento! Passaram também por lá outras jovens, de raspão, para assinar o livro. A minha gratidão. 

Um pouco de conversa solta sobre os nossos blogues e "entramos" por 1892 adentro, para falar sobre o livro. As leitoras / bloguers queriam saber muitas coisas: o que me inspirou, como é a pesquisa e se visito os locais que descrevo, sobre as personagens, sobre os meus ritmos de escrita, sobre "manias"... Confessei-lhes que:

  • o livro começou com uma visita a Monserrate e às caves do palacete (foi a primeira cena que escrevi e depois reescrevi), e que, porque nunca cumpro os planos iníciais, também me desviei muito neste livro. Que não havia um cavalheiro inglês no início e o crime era diferente. J

  • que, não sendo historiadora, tenho sempre que situar-me, mas as pinceladas gerais da História são relativamente conhecidas e de fácil pesquisa; para o resto, recorro a livros, mas muito à Internet, sem a qual o meu tempo disponível jamais seria suficiente para descobrir os detalhes da época. Procuro confirmá-los, tendo muito cuidado com a origem do documento em que os "levanto". mas corro o risco de cometer algum erro, como corremos todos. Não é fácil descobrir certos pequenos elementos... Lugares, figuras, situações relativas à História também são reais (por exemplo, a bomba anarquista no palacete, quase no final), mas há uma inevitável ficcionalização. 
  • que em geral conheço os lugares que descrevo (confesso que não fui a Pêro da Moça...), mas há uma pesquisa e um esforço de imaginação feito sobre eles que quase invalida esse conhecimento, porque preciso de recuar os anos necessários e atribuir-lhes as características da época, os cheiros, a movimentação, os sons...

  • que não tenho um ritmo de escrita e pequenas "manias" ainda menos, a não ser que preferir escrever no café (como agora) conte como mania. Escrevo quando posso, mas tenho uma franca preferência pelas manhãs, que é quando estou fresca. E o que me irrita começar e ter de parar para ir trabalhar, quando vou finalmente lançada? E confessei que não me importo nada de rever, o que em geral implica reescrever muita coisa!
  • que as personagens ganham muitas vezes uma "vida" própria e acabam por ter um protagonismo que por vezes não previra, porque me parece inevitável que assim seja. Aconteceu com o Sebastião, por exemplo, que eu adoro e, como notou a Fernanda, até é quem traz mais a História para a história. 


Falamos de outras coisas, como das histórias que estou agora a escrever, O Ano da Dançarina, em 1918, e O Coração Quente da Terra, entre 1960 e a actualidade. Ambos os nomes são provavelmente provisórios, nenhum está muito adiantado e nenhum tem publicação garantida. Também falei do fantástico, com o qual comecei e que me deu muita prática, mas que provavelmente nunca será publicado.

Ficou ainda uma "sugestão" muito interessante, a de escrever contos ou pequenas novelas que narrem as histórias de outras personagens do Cavalheiros: Sebastião e Ludovina, Amélia, Betsy e Maria Francisca, por exemplo. 

A conversa foi sempre fluindo de forma muito agradável, não só sobre o livro mas sobre outras coisas mais mundanas - algumas de nós somos praticamente vizinhas! - e, quando demos conta, tinha passado uma eternidade... um bocadinho mais e caía a noite! 

Ficam os meus agradecimentos à Marcador e a todas as meninas que estiveram presentes e me proporcionaram estes momentos tão bons. 







domingo, 31 de maio de 2015

Só para lembrar...

As conversas são como as cerejas, tão boas!
Sei de alguns bloguers que lá estarão, para tagarelar durante um bocadinho, mas estão todos convidados!
Tragam os livros que já têm, ou aproveitem que nesse dia o Cavalheiro é livro do dia e levem-no assinado, mas sobretudo, venham dizer olá e fazer as perguntas que quiserem. Sem timidez, que ninguém é mais tímido do que eu!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

O Cavalheiro Inglês - O meu casting pessoal


Para o Alma Rebelde, diverti-me a imaginar que autores escolheria, se pudesse fazer um filme.

Hoje tive uns momentos de divertimento a procurar os rostos para o meu O Cavalheiro Inglês. Estes seriam (possivelmente) os escolhidos.

As personagens principais:

A minha Sofia seria a jovem da capa do livro, habituei-me a ela e tem exactamente a expressão que lhe imagino. Precisaria de ter olhos verdes, o que eu não sei fazer com photoshop.


Para o Robert, o cavalheiro, nenhum é tão perfeito como Toby Stephens. Há fotos em que ele surge mais louro do que nesta, o que seria ainda melhor, mas em nenhuma lhe vi esta expressão, e esta expressão! Ah, a expressão!


E ao Sebastião, com olhos verdes, quase (quase, mas não exactamente) o via assim:

em concentrate’s found, adaptado
Mas uma amiga (a Catarina) sugeriu-me outro Sebastião, mais famoso... que acham?


Outras personagens, menores:

O malfadado duque, em péssima imagem, muito mal retocada

Ludovina
Amélia

E pronto... um exercício inútil, mas divertido! Que tal? 

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Amanhã no Palavra de Escritor

Pois é, lá estarei, no programa Palavra de Escritor, da TVI24.


Pedro Pinto, com toda a sua simpatia, conversou comigo sobre O Cavalheiro Inglês e outros livros.

Estará no ar amanhã, pelas 9h40m na TVI24, com repetição no Domingo, creio que pelas 11h20m.


Ainda não me ouvi nem vi, a não ser nalgumas fotos gentilmente cedidas pela Marcador, ainda sob fundo verdosca... provavelmente a cor que pior me fica! 


No Domingo ou Segunda feira deixarei aqui um link para o programa, mas quem entretanto assistir... agradeço feedback!

terça-feira, 14 de abril de 2015

Resultado do giveaway

Depois de um mês em giveaway no GR, eis que tenho finalmente o leitor, neste caso uma leitora, que vai receber um exemplar do meu O Cavalheiro Inglês. 

Espero que se divirta muito a ler!

E a vencedora foi a Joana Patrícia Santos Bento, para quem vou enviar o livro ainda esta semana. Ora o que eu gostaria de saber era se a Joana quer o seu livro assinado, por isso, Joana, se estiver a ler isto, deixe indicação em comentário!

Boa leitura!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Giveaway no GR

Sem grandes delongas: há giveaway no Goodreads. Há muito tempo que queria fazê-lo, porque não fiz com o Alma Rebelde - não sabia como!

Da meia noite de hoje, dia 13, até à meia noite de 13 de Abril. Boa sorte!


Goodreads Book Giveaway


O Cavalheiro Inglês by Carla M. Soares

O Cavalheiro Inglês

by Carla M. Soares


Giveaway ends April 13, 2015.

See the giveaway details
at Goodreads.

Enter to win

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Resultado do passatempo - O Cavalheiro Inglês


Encerrado à meia noite de ontem, recorri ao senhor random para sortear o livro no dia de S.Valentim, como prometido, entre as quase 150 pessoas que participaram no passatempo. De entre elas o número de sorte foi bem redondinho, o...

50. Catarina Pereira

A Catarina vai receber por email (e via facebook) uma mensagem a solicitar a confirmação do endereço, para que possa receber um Cavalheiro em sua casa ainda esta semana. Se dentro de 48h não obtiver resposta, repetirei o sorteio, que este cavalheiro já não quer morar aqui e anda à procura de nova casa. 

Espero que a Catarina goste de ler ou que o ofereça a alguém que estime, e quem o ler por esses lados se divirta com a leitura.

Boa Leitura e Bom Dia do Amor!

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Passatempo O Cavalheiro Inglês - ENCERRADO

PASSATEMPO ENCERRADO

Decidi romper o silêncio do monster porque até os monstros conhecem o amor. Não sei se é um regresso - desconfio que não.  

Para este mês em que S.Valentim, nos tempos de Roma, terá sido executado por casar apaixonados contra as ordens do Imperador, vou esquecer a terrível comercialização da época e vou com a maré: ofereço uma prenda.


Assim, sortearei no dia 14 de Fevereiro um exemplar do meu livro novo, O Cavalheiro Inglês. 

Regras: 

Passatempo válido até dia 13 de Fevereiro, às 23h59m, para concorrentes de Portugal Continental, Madeira e Açores.

É aceite apenas uma participação por pessoa.

Para participar, é necessário ser seguidor do blogue e da página de Facebook e fazer a partilha do passatempo através de uma rede social.

Boa Sorte e Boas Leituras!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Um cavalheiro À Volta dos Livros

Estive à conversa com a Ana Daniela na Antena 1 sobre O Cavalheiro Inglês. Estava quase sem voz, por isso foi uma tremenda proeza conseguir... bom, falar!

A entrevista saiu no dia 1 de Janeiro, mas tal tem sido a coisa que só agora dei por ela, porque a Marcador teve a gentileza de enviar-me o link!

 AQUI fica, para quem tiver uns minutos (curtos, prometo) e curiosidade para escutá-la.





terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Se é para balanço, balancemos...

... esquerda-direita-esquerda-direita-esquerda-direita... 

Direita... esquerda...Comecemos então pela família, que está bem e se recomenda e adquiriu mais um membro, quiçá o mais bonito de todos nós: a Pepita!

A nossa favorita está agora em convalescença da esterilização, que, segundo a cirurgião, no caso dela era essencial (coisas hormonais que não vou fingir que entendo!) Anda de corpete, o que com o frio que está nem calha mal.






Esquerda... direita... Passemos ao que aqui importa, porque este é um blogue de livralhada: foi um ano de altos e baixos. 

Como leitora, não foi mau, ainda que tenha lido muito menos do que no ano passado. Diz o GR que foram apenas 27 livros, o que não é verdade, porque nem sempre "conto" ao GR os meus pecadilhos. Li uns quantos guilty pleasures que me satisfizeram momentaneamente, mas não classifiquei e já esqueci. No seu conjunto, devo ter lido pelo menos mais uns dez livros do que anuncia o GR. Isso importa? Nadinha. Importa que li muita coisa boa, imensa coisa mais ou menos e tenho uma pilha crescente de pequenas maravilhas por ler. Parece que dei 5 estrelas a apenas 4 livros:






Neste momento já não sei dizer porquê só estes, há uns quantos nas 4 estrelas que, à distância, sei que adorei: Tales of Ordinary Madness, O Último Cabalista de Lisboa, Angelfall... Também desisti de dois ou três, e pelo menos um deles não sei porquê... Estou neste momento a ler A Filha do Barão, que avança com lentidão por motivos que em nada se prendem com o livro, de que estou a gostar bastante, e que portanto já não termino este ano. Será o primeiro de 2015.

Esquerda... direita... Como autora... que ano! Que raio de ano!

Este foi o ano em que apostei num novo formato, o ebook, e, embora sem problemas com a editora e menos ainda com o livro, que foi apreciado por quem o leu, compreendi que esta era uma aposta para a qual não estava preparada. Sinto ainda muita falta do livro físico, de poder senti-lo nas mãos, virar as páginas, assiná-lo, oferecê-lo. O livro está-me no coração, mas foi pouco lido...  Podem espreitar as opiniões de quem leu.

Foi o ano, pois, em que quase desisti - não da escrita, seria impossível - mas de tentar alargar o círculo dos que me leem. Ou seja, da publicação de livros.


Pelo meio ainda tive sessão de autografos na Feira do Livro (do Alma Rebelde), que, apesar da excelente companhia do Paulo M.Morais e da Sofia Teixeira, não chegou para me animar. 

Esquerda... direita... Surgiram ainda projectos interessantes: 


Integrei o NAU, do qual tenho já aqui falado muitas vezes. Espreitem o blogue, que os autores são bons. São bons autores e ainda melhor gente! Nem sempre os encontros pessoais são possíveis, cada um com as suas rotinas, mas estamos à distância de um clique e conseguimos dois belos jantares juntos (quase de trabalho, vá) e uma tarde fantástica com a Roda dos Livros. Tem sido, por muitos motivos, nem todos bons, um projecto de arranque lento... Mas devagar se vai ao longe, não é verdade?  

Fui também convidada pela Sofia Teixeira a participar com um conto, coisa nova para mim, na colectânea de aniversário do blogue Morrighan, Desassossego da Liberdade, ao lado de autores como Pedro Medina Ribeiro, Manuel Jorge Marmelo, Luís Rocha, Nuno Nepomuceno e Samuel Pimenta, e ainda dois convidados especiais vindos do mundo da música, Noiserv e Guillermo de Llera (Primitive Reason). Só sai em 2015, mas com o conto entregue e os concorrentes selecionados, está semi-feito para mim. A seu tempo teremos o produto. A seu tempo talvez tenhamos também mais contos, como o da colectânea ou este, de Natal, escrito para o Crónicas de uma Leitora.

Direita... esquerda... Não sendo de desistir facilmente, já o ano estava quase no fim tive a minha recompensa - nova editora, a Marcador, e novo livro... sim, ainda é novo, saiu este mês. Foi um processo relâmpago, que me deixou em alvoroço algum tempo, a correr para que tudo ficasse pronto, e depois me atirou para andanças novas e aflitivas (e divertidas!), como o anúncio para a RTP...



Depois disso, o lançamento, doente e quase sem voz, o que esqueci completa e rapidamente com a companhia de excelentes amigos e algumas surpresas deliciosas. Foi acolhedor e muito bom. O livro, de que tanto gosto, tem suscitado curiosidade e quem o tem lido e opinado no GR tem gostado, o que me deixa muito feliz e com alguma esperança. 

Houve um belo "Chá de Livros" na minha escola, com muitos goodies doces para celebrar o Natal e o Cavalheiro e Gago Coutinho (também esteve presente a biografia escrita pelo meu colega Rui Costa Pinto) como estrelas da companhia. Para o que mais vier, cá estarei!

E pronto, esquerda... direita... está feito! O ano, que começou tão negro, foi-se portanto iluminando aos poucos, o suficiente para me animar a escrever o próximo, que já tem enredo (vá, o principal) e pesquisa feita, mas ainda não chegou à meia centena de páginas. Pudera, ocupo-me a fazer balanços em vez de escrever! 

Para o próximo ano, vou repetir os meus desejos de sempre, à cabeça dos quais nem sequer estou eu, mas a prole. Sabe quem a tem que vem sempre primeiro... Algures pelo meio estarão os livros... 

E para todos um EXCELENTE 2015!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Foi a minha vez de escrever sobre o cavalheiro...

Não, não me atrevi a classificar o livro no GR, fugi à terrível tentação de colocar as 5 estrelas que ele tem para mim... mas escrevi sobre ele!

Cá fica, para todos os 3 leitores que ainda não viram isto no face...


O Cavalheiro Inglês


A escrita deste livro foi um prazer muito grande.

O prazer da pesquisa, não só da vida política e social da época, da Lisboa e do Porto de 1892, mas sobretudo dos detalhes mais curiosos, que por vezes resultaram numa linha apenas, mas são essenciais para mergulhar a narrativa na sua época e transportar para ela o leitor. Espero que cada um, ao ler, se sinta no final do século XIX.

O prazer da construção de personagens únicas para mim, Sofia, a jovem decidida que tanto cresce ao longo da intriga, o detestável duque-pavão, Sebastião, que é tão amado e tão impulsivo e tantos problemas há de trazer a sua irmã, e Robert, o cavalheiro inglês com os seus tremendos erros de português e a sua forma muito própria, entre o branco e o negro, de estar na vida. Algumas personagens secundárias (reais ou imaginárias) que dão cor à narrativa.

O prazer, sobretudo, de conduzir estas personagens pela narrativa que se vai complicando, por acontecimentos pessoais, acontecimentos políticos e um crime, de as arrastar pelo certo e pelo errado, de lhes dar um destino. De as fazer agir, por vezes de forma séria, outras precipitada, outras divertida. De as fazer interagir e dialogar - e alguns diálogos e interações fizeram-me rir! De as fazer amar, também, com as dúvidas e o calor próprios do amor.

O que posso desejar de um livro que me deu tanto gosto a escrever? Que dê o mesmo gosto a ler, que seja para o leitor um prazer, e que dele tire não só uma impressão da época, mas aquele calorzinho que nos deixa no fim um livro que gostamos de ler.

Não me atrevo a classificar o livro, deixo isso para os leitores, mas desejo a todos boa leitura!



sábado, 20 de dezembro de 2014

A minha cara no jornal (jornal i)

Tive hoje a bela surpresa de receber uma chamada enquanto andava nas compras de Natal (obrigada, Mariana!) a avisar-me de que a minha pequena entrevista para a rubrica Lê-se Assim do Jornal i de fim de semana tinha saído hoje.

Cá está, a minha cara numa página de jornal, por motivos bem melhores do que costumam escarrapachar nas suas páginas os nossos rostos anónimos...

Está online, AQUI.