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terça-feira, 25 de abril de 2017

Liberdade e o aniversário



Há cinco anos também era dia de celebrar a liberdade e muitos de nós não sabíamos o que era viver sem ela. Continuamos, felizmente, sem saber, apesar do que o mundo nos tem enfiado pelos olhos e pela vida dentro.  

Chovia a cântaros e havia Feira do Livro, que nesse e noutros anos foi mais cedo.


Na tarde de 25 de Abril de 2012, fui à FLL apresentar ao (meu pequeno) mundo o primeiro livro que não ficou reservado à gaveta e aos amigos. Chuva só combina com livros quando há um tecto e um sofá, mas veio muita gente e outra  parou a ver o que faziam tantos doidos numa chuvada daquelas. Foi necessário reacomodar quem me veio acompanhar, para que o resultado não fosse uma pneumonia colectiva a acompanhar o autógrafo. Mas foi tudo bonito, o dia, o que se disse, os autógrafos, os abraços. Até a ansiedade foi bonita.


Hoje, passados cinco anos, não sei bem se aceite este como o primeiro dos meus objectos-públicos-imperfeitos, ou se deseje ardentemente pôr-lhe as mãos, porque, 5 anos volvidos, o tanto que lhe fazia! Acho que é assim um escritor, por muito contente que esteja, permanece insatisfeito.

Seja assim também quem ama a liberdade. E a igualdade. Este ano, no mundo amnésico em que de repente vivemos, parecem-me ambas muito mais importantes.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Assim se lançou o livro

Eram cerca de 18.10h quando cheguei à FNAC e tinha já, à minha espera, algumas pessoas da minha família próxima. Mal tive tempo para dois dedos de conversa, porque outras pessoas foram chegando e, pelas 18.30, hora a que deviamos começar a falar sobre o livro, andava de um lado para o outro a cumprimentar família, amigos, conhecidos, alunos e ex-alunos e os seus pais, e a tentar, sem grande sucesso, ter um minutinho para uma palavrinha com cada um.

O espaço da FNAC do Oeiras Parque, mesmo à entrada da mezzanine que constitui a secção de livraria e música, um espaço muito agradável mas não muito grande, encheu, e, segundo me disseram depois, os funcionários "roubaram" bancos ao resto da mezzanine para ir acolhendo quem chegava. Vi pessoas de pé, o que, com o calor, há-de ter sido uma estucha. Fico-lhes grata pela paciência para ficar a ouvir-nos. E grata aos restantes por terem vindo, a uma hora e num dia que talvez não tivessem sido os mais convenientes. Estou de coração cheio.


Perdi, é claro, a noção das horas e é provável que tenhamos começado atrasados. Não sei dizer. Falou primeiro o Hugo Gonçalves, o óptimo editor deste livro. Disse muitas coisas bonitas, muitas interessantes. Retenho sobretudo a comparação do meu trabalho com a da minúcia de um relojoeiro, do mecanismo de um relógio, mas um "relógio-do-avô", desses altos, de parede, que é preciso primeiro construir e depois carregar. Ocorreu-me uma coisa muito pateta (e disse-a, Deus meu, quando chegou a minha vez!), que ainda bem que sou alta, ou o topo do relógio ficava por afinar... 


A Ana Cristina Antunes, a quem estou muito grata, prometeu falar menos de uma hora e cumpriu! Falou o tempo certo e falou muito, muito bem, contextualizando com perfeição a época histórica, não fosse ela historiadora, e destacando os aspectos que, de facto, contemplo no livro. Falou do livro, claro, das personagens e do enredo, do muito que gostou delas e dele, sem revelar nadinha. Foi uma proeza! No fim, passou-me a batata quente com uma pergunta sobre a criação das personagens, sobre inspiração e trabalho e a magia da escrita... eu mato-a, juro!


Respondi o melhor que pude, porque, na verdade, nem sempre sei de onde vem esta gente que me povoa os livros. Houve, desta vez, um planeamento muito consciente do enredo, porque 1918 foi um ano complicadíssimo e cheio de acontecimentos históricos - e eu não podia permitir que a história da família os esquecesse ou que a História abafasse a narrativa dos Lopes Moreira. Falei um pouco sobre este aspecto, sobre o livro, sobre as personagens, sobre... Já não sei. O maior problema do improviso não é, para mim, perder-me ou não ter o que dizer, é nem sempre me lembrar depois de tudo o que disse. Falei daquilo que, no momento, me pareceu interessante e pertinente, e pronto. E não, nem eu nem o livro voamos da mezzanine abaixo. Isto de lançamento não teve nada!


No fim, autografos, cumprimentos, beijinhos, abraços, fotografias, agradecimentos. E flores! Foi muito bom. Foi tudo muito bom. Obrigada.



 


Os meus agradecimentos à Marcador, à FNAC e sobretudo a todos os que estiveram presentes!

APROVEITO PARA LEMBRAR: 
o giveaway no Goodreads (aqui)  
o passatempo da página de facebook da FLUL Alumni (aqui

quarta-feira, 12 de abril de 2017


É já amanhã que este meu novo livro vai ser lançado, quem sabe da mezzanine dda FNAC do Oeiras Parque cá para baixo, para cima dos computadores! Estão todos convidados para vir ver onde acerta, às 18.30h.

Vai ser muitíssimo bem apresentado pelo Hugo Gonçalves, que editou o livro e o conhece muito bem, e pela historiadora e amiga Ana Cristina Antunes que, para além de vos dizer umas coisas sobre o livro, talvez também vos diga alguma coisa sobre o ano de 1918.

No fim, estou lá eu para assinar livros e conversar com quem queira dar-me dois dedinhos de conversa (ou mais, que as palavras são como as cerejas!)

Até amanhã!


sexta-feira, 7 de abril de 2017

Agenda Dançarina de Abril e Maio

Em Abril e Maio, eu e a Dançarina vamos estar em alguns encontros, quase todos a Norte.
Salvo alguma dificuldade de última hora, são assim:


Mais tarde, anunciarei as datas em que estarei na Feira do Livro, em Junho.

São bem vindos os que puderem e quiserem estar presentes. 

quinta-feira, 30 de março de 2017

Lançamento de O Ano da Dançarina - e no Goodreads

Para não andar sempre a fazer publicações sobre o livro - embora, perdoem, me pareça natural neste momento que o meu blogue seja "dominado" por ele - junto nesta publicação duas informações.

Primeira, fica o convite para o lançamento, que estendo a todos os que desejarem estar presentes. Será apresentado não só por mim, era o que faltava lançar o livro sem o autor, mas por Hugo Gonçalves, o excelente editor, e por Ana Cristina Antunes, com um Brites lá pelo meio, como a Padeira. Historiadora local (procurem os seus livros sobre Cai-Água e a Parede, em co-autoria, que vão gostar), minha colega e amiga de longa data, acedeu a acompanhar-me em mais esta aventura. Fiquei muito contente. 

O convite (está bonito, não está?):


 E o evento no facebook, aqui.  Juntem-se a nós.


Segundo, o livro já consta do Goodreads, com ficha aberta generosamente pela Titinha SCaeiro. Se estiverem nesta rede de leitores e quiserem adicioná-lo, fica o link.

E está quase... Dia 5 encontram-no nas livrarias, mas está em pré-venda na wook, com os 10% de desconto da campanha de lançamento!

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Convite - Lançamento

Ainda não é o meu, mas é o da Célia Correia Loureiro, que escreve belíssimos livros.

Vou ter o prazer de apresentá-lo no dia 12 de Outubro. Estão todos convidados.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Se é para balanço, balancemos...

... esquerda-direita-esquerda-direita-esquerda-direita... 

Direita... esquerda...Comecemos então pela família, que está bem e se recomenda e adquiriu mais um membro, quiçá o mais bonito de todos nós: a Pepita!

A nossa favorita está agora em convalescença da esterilização, que, segundo a cirurgião, no caso dela era essencial (coisas hormonais que não vou fingir que entendo!) Anda de corpete, o que com o frio que está nem calha mal.






Esquerda... direita... Passemos ao que aqui importa, porque este é um blogue de livralhada: foi um ano de altos e baixos. 

Como leitora, não foi mau, ainda que tenha lido muito menos do que no ano passado. Diz o GR que foram apenas 27 livros, o que não é verdade, porque nem sempre "conto" ao GR os meus pecadilhos. Li uns quantos guilty pleasures que me satisfizeram momentaneamente, mas não classifiquei e já esqueci. No seu conjunto, devo ter lido pelo menos mais uns dez livros do que anuncia o GR. Isso importa? Nadinha. Importa que li muita coisa boa, imensa coisa mais ou menos e tenho uma pilha crescente de pequenas maravilhas por ler. Parece que dei 5 estrelas a apenas 4 livros:






Neste momento já não sei dizer porquê só estes, há uns quantos nas 4 estrelas que, à distância, sei que adorei: Tales of Ordinary Madness, O Último Cabalista de Lisboa, Angelfall... Também desisti de dois ou três, e pelo menos um deles não sei porquê... Estou neste momento a ler A Filha do Barão, que avança com lentidão por motivos que em nada se prendem com o livro, de que estou a gostar bastante, e que portanto já não termino este ano. Será o primeiro de 2015.

Esquerda... direita... Como autora... que ano! Que raio de ano!

Este foi o ano em que apostei num novo formato, o ebook, e, embora sem problemas com a editora e menos ainda com o livro, que foi apreciado por quem o leu, compreendi que esta era uma aposta para a qual não estava preparada. Sinto ainda muita falta do livro físico, de poder senti-lo nas mãos, virar as páginas, assiná-lo, oferecê-lo. O livro está-me no coração, mas foi pouco lido...  Podem espreitar as opiniões de quem leu.

Foi o ano, pois, em que quase desisti - não da escrita, seria impossível - mas de tentar alargar o círculo dos que me leem. Ou seja, da publicação de livros.


Pelo meio ainda tive sessão de autografos na Feira do Livro (do Alma Rebelde), que, apesar da excelente companhia do Paulo M.Morais e da Sofia Teixeira, não chegou para me animar. 

Esquerda... direita... Surgiram ainda projectos interessantes: 


Integrei o NAU, do qual tenho já aqui falado muitas vezes. Espreitem o blogue, que os autores são bons. São bons autores e ainda melhor gente! Nem sempre os encontros pessoais são possíveis, cada um com as suas rotinas, mas estamos à distância de um clique e conseguimos dois belos jantares juntos (quase de trabalho, vá) e uma tarde fantástica com a Roda dos Livros. Tem sido, por muitos motivos, nem todos bons, um projecto de arranque lento... Mas devagar se vai ao longe, não é verdade?  

Fui também convidada pela Sofia Teixeira a participar com um conto, coisa nova para mim, na colectânea de aniversário do blogue Morrighan, Desassossego da Liberdade, ao lado de autores como Pedro Medina Ribeiro, Manuel Jorge Marmelo, Luís Rocha, Nuno Nepomuceno e Samuel Pimenta, e ainda dois convidados especiais vindos do mundo da música, Noiserv e Guillermo de Llera (Primitive Reason). Só sai em 2015, mas com o conto entregue e os concorrentes selecionados, está semi-feito para mim. A seu tempo teremos o produto. A seu tempo talvez tenhamos também mais contos, como o da colectânea ou este, de Natal, escrito para o Crónicas de uma Leitora.

Direita... esquerda... Não sendo de desistir facilmente, já o ano estava quase no fim tive a minha recompensa - nova editora, a Marcador, e novo livro... sim, ainda é novo, saiu este mês. Foi um processo relâmpago, que me deixou em alvoroço algum tempo, a correr para que tudo ficasse pronto, e depois me atirou para andanças novas e aflitivas (e divertidas!), como o anúncio para a RTP...



Depois disso, o lançamento, doente e quase sem voz, o que esqueci completa e rapidamente com a companhia de excelentes amigos e algumas surpresas deliciosas. Foi acolhedor e muito bom. O livro, de que tanto gosto, tem suscitado curiosidade e quem o tem lido e opinado no GR tem gostado, o que me deixa muito feliz e com alguma esperança. 

Houve um belo "Chá de Livros" na minha escola, com muitos goodies doces para celebrar o Natal e o Cavalheiro e Gago Coutinho (também esteve presente a biografia escrita pelo meu colega Rui Costa Pinto) como estrelas da companhia. Para o que mais vier, cá estarei!

E pronto, esquerda... direita... está feito! O ano, que começou tão negro, foi-se portanto iluminando aos poucos, o suficiente para me animar a escrever o próximo, que já tem enredo (vá, o principal) e pesquisa feita, mas ainda não chegou à meia centena de páginas. Pudera, ocupo-me a fazer balanços em vez de escrever! 

Para o próximo ano, vou repetir os meus desejos de sempre, à cabeça dos quais nem sequer estou eu, mas a prole. Sabe quem a tem que vem sempre primeiro... Algures pelo meio estarão os livros... 

E para todos um EXCELENTE 2015!

sábado, 13 de dezembro de 2014

O lançamento - e afinal não voou nenhum livro!

Não voou, pois não. Nem eu tinha força nos braços para isso!

Estava bastante adoentada e quase sem voz, acho que nenhum livro chegava à primeira fila se o atirasse. Mesmo assim fiz ontem, por fim, o lançamento do meu novo livro O Cavalheiro Inglês.

Fez-se no fim do dia, no ambiente acolhedor da Bertrand do Picoas Plazza, entre amigos. Algumas das minhas meninas (ainda há alegrias em ser professora) fizeram-me uma surpresa e vieram acompanhar-me, e estiveram comigo família, amigos pessoais e virtuais, duas majestosas velas da NAU em que vou navegando... Algumas pessoas ficaram presas na estrada, outras no escritório e pelo menos uma em casa, com uma bela gripe, mas estavam comigo em pensamento, e isso chega-me.


Depois de algum convívio e conversa, instalamo-nos para ouvir falar do livro. A Marina Oliveira, da Marcador, abriu o programa das festas, com as apresentações e agradecimentos que cumpre fazer - grata fico eu pela oportunidade que a Marcador me ofereceu e à Marina, por ter genuinamente gostado do livro. 


A Sofia Teixeira, que tão bem conhecem do fantástico blogue Morrighan, fez uma apresentação sem rede, i.e, sem cábula, do livro, e esteve tão bem, tão bem, que devia tornar-se profissional da coisa! Felizmente a Sofia gostou, felizmente gostou mesmo, porque tinha-lhe pedido que fosse absolutamente honesta e quase não conversamos antes sobre ele.  Se tivesse detestado, descobriria ali mesmo (eu e quem veio ao lançamento)! Mas não. Referiu o amadurecimento da escrita e as personagens de que gostou mais, o enquadramento histórico... e fez-me alguns elogios que, vindos dela, sei que são sinceros e me deixaram sem saber o que dizer. Tanto que não os repetirei aqui. Muito obrigada, querida Sofia, pelo tempo que roubaste a essa tua vida sempre a correr e pelas tuas palavras!


Por fim, falei eu. Falei pouco, porque pouco me permitia a garganta, que hoje não funciona e me doi terrivelmente. Não há bela sem senão, não é? Fui também à aventura, sem cábula como eu gosto. A testemunha é este pequeno video feito pela Maria Azevedo (obrigada, prima!) e partilhado por ela no facebook... 

Restou-me assinar uns quantos livros, agradecer, como agradeço ainda, à Marcador e a todos os presentes - e em especial às meninas que me fizeram duas surpresas, estar presentes e trazer-me uns maravilhosos chocolates que não vão durar nada! 

E resta-me sobretudo desejar que este livro traga horas de prazer a quem o ler e tenha uma vida de sucesso!


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Convite de lançamento


Baixem-se, que este livro de 400 páginas vai ser finalmente atirado ao público, e com força! Há lançamento de semi-tijolo na próxima quinta feira!

E quem o lança? A Marcador, é evidente, eu, claro, e, na apresentação, a nossa querida Sofia Teixeira, que conhecem do blogue Morrighan... e que tanta pontaria tem para os cestos no basquetebol! Não vai falhar uma cabeça. A minha eterna gratidão, Sofia!

Para quem não estiver já preocupado com a possibilidade de perder a cabeça, há evento no Facebook (aberto pela Marcador), onde podem assinalar a vossa presença se o desejarem. Consegui enviar alguns "convites" no face ou por email, mas estendo o convite a todos os que tenham curiosidade de conhecer este meu novo livro! 

Estão mesmo todos convidados.



Haverá relato aqui no blogue depois do lançamento, se alguém sobreviver. 
De resto, novo post sobre o livro acontecerá apenas quando sair a primeira opinião 
(seja boa ou má, prometo!).

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Um evento, dois eventos...

... ou na verdade um evento e um concerto, para fazer um fim de tarde e princípio de noite bem passados.


Foi ontem, dia 19, o lançamento dos livros da Coolbooks, chancela novinha em folha da Porto Editora, criada a pensar no futuro e disposta à aventura do digital com autores novatos nisto da literatura. Embarquei também, apesar de não ser assim tão nova, a ver onde nos leva esta viagem.


A PE e a Coolbooks escolheram para este evento inovador em Portugal - vários autores e suas obras reunidos num mesmo lançamento - o espaço tradicional e lindíssimo do Instituto Camões. A maravilhosa sala com frescos no tecto não era grande mas estava cheia de amigos e curiosos, e contamos ainda com a presença de alguns bloguers que quiseram, e muito bem, vir saber como era. E foi, digo-o enquanto autora, descontraído e muito simpático.

Falaram antes de mais Paulo Gonçalves e Vitor Gonçalves, respectivamente o responsável de marketing e o editor da Coolbooks. Ambos destacaram o desejo de desbravar caminho neste espaço ainda difícil do digital, esperando, com o cuidado de fazer uma selecção final cuidadosa dos textos a publicar para uma aposta na qualidade, ganhar aos poucos a confiança dos leitores. Destacaram a possibilidade de coexistência de uma leitura mais tradicional - com o livro em papel - e da leitura digital.  


Vitor Gonçalves apresentou brevemente os autores presentes (éramos estes sete) e as suas obras, e passou-nos a palavra. Cada um de nós disse o que quis, destacando o que lhe apeteceu, e vi-me sem me ter preparado a tentar falar do livro... creio não me ter atrapalhado demasiado e ter conseguido passar o quanto gostei de escrevê-lo e o quando desejo que seja lido e que quem o ler goste da leitura. Os que escrevemos leva-nos o coração e o suor, não queremos senão chegar aos leitores, apelar à sua inteligência e emoção, oferecer-lhe bons, não, queremos oferecer excelentes momentos de leitura. É um trabalho permanente, este de tentar ser sempre melhor.




Seguiram-se bebidas e autógrafos... espera, pensam agora o leitores do monster, Autógrafos... como?? Não são ebooks? Pois são e, como tal, ainda são impossíveis de assinar. Por isso, a Coolbooks produziu um conjunto de postais lindos, com as capas dos livros (estes que aqui estão) que pudemos assinar para os nossos leitores. Trouxe alguns comigo, por isso, se houver pedidos, talvez seja possível atendê-los... 




(Credito já estas fotos, são da Carla Isabel e "roubei-as", com sua autorização, à página de facebook do Grupo Livrólicos Anónimos. A propósito, agradeço o pin!) 


E depois disto? Acabou? Não! Claro que não!


Havia concerto na Praça do Município. Fui arrastada para lá por queridas amigas, sem saber ao que ia, e só a meio caminho (sim fui a pé...) me apercebi de que ia ser maravilhoso. Um concerto de um... dois... três dos meus favoritos? António Zambujo recebia amigos - e pude ouvi-lo com Luísa Sobral, Miguel Araújo, Ana Moura, um grupo de cantares alentejanos de que infelizmente não retive o nome, todos fantásticos! Saí de lá esfaimada, pois não houve tempo paar jantar, mas com uma barrigada de boa deisposição e ainda melhor música. A foto é péssima, de telemóvel e à distância, mas enfim...

Deixo-vos com um dos duetos... enjoy!


segunda-feira, 9 de junho de 2014