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domingo, 13 de dezembro de 2020

Limões na Madrugada, a primeira página: vejam como a escritora se vai habituando ao vídeo!

Isto de ir fazendo videos (a maioria falhados e apagados) tem uma coisa boa, uma pessoa habitua-se a ignorar os detalhes, uma ruga, um papinho, uma hesitação na fala ou leitura e a avançar com a cara e a coragem. E habituamo-nos a pensar "Quantos vão vê-lo, de qualquer modo?", sem nos preocuparmos realmente com a resposta.

Vós, meus queridos que vão seguindo o monster, espero que ignorem essas falhinhas, se sintam mais próximas do monstro que há em mim e, se ainda não leram, um nadinha mais curiosos com os livros! 




sábado, 13 de dezembro de 2014

O lançamento - e afinal não voou nenhum livro!

Não voou, pois não. Nem eu tinha força nos braços para isso!

Estava bastante adoentada e quase sem voz, acho que nenhum livro chegava à primeira fila se o atirasse. Mesmo assim fiz ontem, por fim, o lançamento do meu novo livro O Cavalheiro Inglês.

Fez-se no fim do dia, no ambiente acolhedor da Bertrand do Picoas Plazza, entre amigos. Algumas das minhas meninas (ainda há alegrias em ser professora) fizeram-me uma surpresa e vieram acompanhar-me, e estiveram comigo família, amigos pessoais e virtuais, duas majestosas velas da NAU em que vou navegando... Algumas pessoas ficaram presas na estrada, outras no escritório e pelo menos uma em casa, com uma bela gripe, mas estavam comigo em pensamento, e isso chega-me.


Depois de algum convívio e conversa, instalamo-nos para ouvir falar do livro. A Marina Oliveira, da Marcador, abriu o programa das festas, com as apresentações e agradecimentos que cumpre fazer - grata fico eu pela oportunidade que a Marcador me ofereceu e à Marina, por ter genuinamente gostado do livro. 


A Sofia Teixeira, que tão bem conhecem do fantástico blogue Morrighan, fez uma apresentação sem rede, i.e, sem cábula, do livro, e esteve tão bem, tão bem, que devia tornar-se profissional da coisa! Felizmente a Sofia gostou, felizmente gostou mesmo, porque tinha-lhe pedido que fosse absolutamente honesta e quase não conversamos antes sobre ele.  Se tivesse detestado, descobriria ali mesmo (eu e quem veio ao lançamento)! Mas não. Referiu o amadurecimento da escrita e as personagens de que gostou mais, o enquadramento histórico... e fez-me alguns elogios que, vindos dela, sei que são sinceros e me deixaram sem saber o que dizer. Tanto que não os repetirei aqui. Muito obrigada, querida Sofia, pelo tempo que roubaste a essa tua vida sempre a correr e pelas tuas palavras!


Por fim, falei eu. Falei pouco, porque pouco me permitia a garganta, que hoje não funciona e me doi terrivelmente. Não há bela sem senão, não é? Fui também à aventura, sem cábula como eu gosto. A testemunha é este pequeno video feito pela Maria Azevedo (obrigada, prima!) e partilhado por ela no facebook... 

Restou-me assinar uns quantos livros, agradecer, como agradeço ainda, à Marcador e a todos os presentes - e em especial às meninas que me fizeram duas surpresas, estar presentes e trazer-me uns maravilhosos chocolates que não vão durar nada! 

E resta-me sobretudo desejar que este livro traga horas de prazer a quem o ler e tenha uma vida de sucesso!


quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Direitos Humanos

No Dia Internacional dos Direitos Humanos, quando Malala Yousefzai e Kailash Satyarthi receberam hoje o Nobel da Paz, um pequeno video sobre os mais básicos direitos humanos.
Feito a pensar nos mais novos, serve-nos a todos.





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

O valor dos livros antigos

A propósito do último post, e em particular do costume antigo de prender os livros das bibliotecas com correntes, o leitor Luís Henriques lembrou, em comentário, o valor dos livros noutras épocas, e em particular quando estes eram ainda copiados manualmente por especialistas. 

A mim sempre me fascinou a arte, paciência e persistência necessárias aos copistas e iluministas, que, ao longo de meses, produziam maravilhosas obras de arte sobre pergaminho. Acessíveis a poucos, é verdade, até porque poucos saberiam lê-las, mas não menos maravilhosas por isso. 

O Luís recomendou-me um pequeno video sobre a feitura destes livros. Apesar de já ter uma noção bastante boa de como se faziam, desde a produção do pergaminho às iluminuras, fui ver. Aprendi pequenos pormenores que não conhecia, como por exemplo, como se corrigiam erros. 

São só seis minutinhos, mais ou menos e, para quem gosta de livros e percebe inglês (a narradora fala devagar e com muita clareza), é muito interessante.

Aqui fica, com o meu agradecimento ao Luís.