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quinta-feira, 27 de julho de 2017

As boas NOVIDADES!

Há uma nova editora no mercado, a Cultura Editora. 

A equipa, como alguns reconhecerão, é a da minha anterior editora, a Marcador, que sofreu algumas transformações. Os meus livros O Cavalheiro Inglês e O Ano da Dançarina continuam a pertencer a esta editora e a ser geridos por ela. 

Eu... eu acompanho, com muita alegria, a maravilhosa família que se lança nesta aventura. O que é que isso quer dizer? Que, se tudo correr bem, o meu próximo livro terá a chancela Cultura Editora.

Comigo na editora estarão autores como Joel Neto, Samuel F. Pimenta ou Flávio Capuleto, que anunciaram já pelo facebook a sua associação à nova editora.

Estou entusiasmada. Primeiro, há mudanças que chegam mesmo no momento certo. Segundo, é um prazer poder continuar a trabalhar com o João, a Marina, a Liliana e o Hugo. Não podia desejar equipa mais profissional, dedicada ou simpática. 

E portanto... vamos a isto! 





segunda-feira, 17 de abril de 2017

A Mulher é uma Ilha - Audur Ava Ólafsdóttir

Resultado de imagem para a mulher é uma ilhaEste livro constituiu a minha estreia com a autora islandesa Audur Ava Ólafsdóttir, cujo primeiro nome se escreve com uma letra que, por muitas voltas que desse ao teclado e aos símbolos, não consegui descobrir. É autora de um outro romance também publicado pela Marcador, cujo nome me seduz, mas que ainda não li: Rosa Candida. 

A leitura de A Mulher é uma Ilha foi iniciada, pois, sem nenhuma ideia do que me esperava, menos ainda da estranheza deste enredo e desta escrita, simples e todavia curiosa, o que significa que fui apanhada de surpresa pelo livro e mais ainda pela rapidez com que o li, porque não haveria, à partida, nada de concreto a agarrar-me a ele. Acompanhamos uma mulher, a narradora na primeira pessoa, num momento de separação e mudança, em que, como aponta a sinopse, ela é deixada pelo amante, no mesmo dia pelo marido, fica encarregue do filho mudo da melhor amiga hospitalizada, ganha duas lotarias - numa, uma casa pré-fabricada, noutra, bastante dinheiro - e decide partir coma  criança pela Islândia, numa viagem que parece não ter destino, mas que acaba por ter um destino, e talvez um objectivo, muito concreto. Estamos em Novembro quando viaja, e os dias são curtíssimos, as noites muito longas (estamos quase no Polo Norte) e a temperatura deveria ter baixado dos 0º, com o respectivo gelo e neve, mas mantém-se nuns quentinhos 10 a 12º, com chuvas constantes, inundações e derrocadas. O clima é quase mais uma personagem, o que, sendo tão extremo e condicionante, se compreende. 

Poderá tratar-se de uma característica da escrita nórdica, ou ser característica da autora (mal conheço uma ou outra), mas há um toque de surreal no que lemos. Tudo é comum e rotineiro, e no entanto desfazado, inconsistente, a começar pela personalidade peculiar da narradora, cujo nome nunca conhecemos. As outras personagens, excepto Tumi, o pequenito, entram e saiem de cena como se pairassem e fica-se com a impressão de que a narradora nos mantém de fora, a espreitar de uma janela, sem nos revelar o suficiente para a conhecermos ou conhecermos os outros. Por um lado, não faz parte da sua forma de estar deixar os outros entrar, por outro, pouco se importa com a impressão que tenham dela. Através dos seus olhos, temos ao mesmo tempo a imagem de povo muito gregário, que se junta com frequência para o convívio, e de uma enorme solidão, de isolamento, muito ligado à paisagem. É-nos ainda sugerido um segredo no passado, algo que terá sucedido na aldeia para onde se desloca, e temos até um vislumbre do que poderá ter sido, mas tão escasso, tão indefinido, que caberá ao leitor decidir em que medida o que vai lendo em itálico é memória ou imaginação. 

A estranheza é acentuada por um humor ácido, frio, quase cruel, delicioso, que demoramos a compreender que poderá ter sido introduzido deliberadamente, e não ser apenas consequência do absurdo e de alguma crueldade. Por exemplo, a louca amiga grávida da narradora (mãe de Tumi) partilha o nome da autora... será a autora? A narradora vê-se através das lentes nada rosadas da ironia, fará a autora o mesmo consigo própria? O mesmo sucede com a morte de bichos a torto e a direito - são caçados, atropelados, afogados, pouco importa, mas há um humor associado que é subtil, terrível, ilógico. Esse humor negro permeia a forma como vê o que está à sua volta, mas o leitor tarda a entendê-lo. O mais curioso é que, depois de tudo, guardamos a impressão de uma espécie de ternura no modo como esta mulher desligada se deixa envolver e tenta corresponder às necessidades de uma criança com necessidades especiais. O miúdo, visto pelos seus olhos, é delicioso. 

Nota: vale a pena ler as receitas (não são receitas...) no fim do livro, que a Marcador optou por manter, e muito bem. 

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Assim se lançou o livro

Eram cerca de 18.10h quando cheguei à FNAC e tinha já, à minha espera, algumas pessoas da minha família próxima. Mal tive tempo para dois dedos de conversa, porque outras pessoas foram chegando e, pelas 18.30, hora a que deviamos começar a falar sobre o livro, andava de um lado para o outro a cumprimentar família, amigos, conhecidos, alunos e ex-alunos e os seus pais, e a tentar, sem grande sucesso, ter um minutinho para uma palavrinha com cada um.

O espaço da FNAC do Oeiras Parque, mesmo à entrada da mezzanine que constitui a secção de livraria e música, um espaço muito agradável mas não muito grande, encheu, e, segundo me disseram depois, os funcionários "roubaram" bancos ao resto da mezzanine para ir acolhendo quem chegava. Vi pessoas de pé, o que, com o calor, há-de ter sido uma estucha. Fico-lhes grata pela paciência para ficar a ouvir-nos. E grata aos restantes por terem vindo, a uma hora e num dia que talvez não tivessem sido os mais convenientes. Estou de coração cheio.


Perdi, é claro, a noção das horas e é provável que tenhamos começado atrasados. Não sei dizer. Falou primeiro o Hugo Gonçalves, o óptimo editor deste livro. Disse muitas coisas bonitas, muitas interessantes. Retenho sobretudo a comparação do meu trabalho com a da minúcia de um relojoeiro, do mecanismo de um relógio, mas um "relógio-do-avô", desses altos, de parede, que é preciso primeiro construir e depois carregar. Ocorreu-me uma coisa muito pateta (e disse-a, Deus meu, quando chegou a minha vez!), que ainda bem que sou alta, ou o topo do relógio ficava por afinar... 


A Ana Cristina Antunes, a quem estou muito grata, prometeu falar menos de uma hora e cumpriu! Falou o tempo certo e falou muito, muito bem, contextualizando com perfeição a época histórica, não fosse ela historiadora, e destacando os aspectos que, de facto, contemplo no livro. Falou do livro, claro, das personagens e do enredo, do muito que gostou delas e dele, sem revelar nadinha. Foi uma proeza! No fim, passou-me a batata quente com uma pergunta sobre a criação das personagens, sobre inspiração e trabalho e a magia da escrita... eu mato-a, juro!


Respondi o melhor que pude, porque, na verdade, nem sempre sei de onde vem esta gente que me povoa os livros. Houve, desta vez, um planeamento muito consciente do enredo, porque 1918 foi um ano complicadíssimo e cheio de acontecimentos históricos - e eu não podia permitir que a história da família os esquecesse ou que a História abafasse a narrativa dos Lopes Moreira. Falei um pouco sobre este aspecto, sobre o livro, sobre as personagens, sobre... Já não sei. O maior problema do improviso não é, para mim, perder-me ou não ter o que dizer, é nem sempre me lembrar depois de tudo o que disse. Falei daquilo que, no momento, me pareceu interessante e pertinente, e pronto. E não, nem eu nem o livro voamos da mezzanine abaixo. Isto de lançamento não teve nada!


No fim, autografos, cumprimentos, beijinhos, abraços, fotografias, agradecimentos. E flores! Foi muito bom. Foi tudo muito bom. Obrigada.



 


Os meus agradecimentos à Marcador, à FNAC e sobretudo a todos os que estiveram presentes!

APROVEITO PARA LEMBRAR: 
o giveaway no Goodreads (aqui)  
o passatempo da página de facebook da FLUL Alumni (aqui

domingo, 22 de janeiro de 2017

Kill your darlings

Ausentei-me do blogue por algum tempo - foram mais de dez dias sem uma mensagem - por uma boa razão: estive em processo de revisão do meu próximo livro, O Ano da Dançarina, que, embora não tenha ainda data de lançamento, há de sair este ano pela Marcador. 

Foi uma revisão dura, com muitos cortes, uns quantos ajustamentos, algumas correções, para fortalecer o texto no seu conjunto. Não é fácil, nunca é fácil, reconhecer que "matar os teus queridos" (tradução tão literal, Deus meu!) pode ser o melhor para o produto final. Não é fácil admitir que o rascunho não é perfeito, que há muito a melhorar. Que às vezes até é preciso reescrever. Não é fácil, mas é essencial, como é essencial que um editor, com olhos frescos, experiênca e uma perspectiva diferente, quase de leitor, passe o texto a pente fino. Há detalhes que o autor, de tão bem conhecer o texto, já não vê. Há desperdícios que alguém de fora nota melhor e, sobretudo, tem menos pena de apontar. É preciso ouvir, decidir, concordar - e por vezes discordar. A presunção serve tão mal ao autor como a excessiva humildade.  

Fiquei muito cansada, os meus olhos queixam-se bastante, e também um pouco farta do ano de 1918 e dos Lopes Moreira, os meus protagonistas.... mentira, deles gosto mesmo muito!! 

Feito o trabalho duro, agora é esperar e ter esperança de que as revisões estejam concluídas, que a capa seja maravilhosa e que não demore demasiado a sair! 

Nada é fácil nisto de ser escritor. Nem sequer dizer a mim própria (por fim) que sou escritora.

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Vou à Festa do Livro em Belém

Entre os dias 1 e 4 de Setembro, mesmo antes do meu aniversário, há Festa do Livro em Belém, com o apoio do senhor Presidente Marcelo Rebelo de Sousa. Faz sentido, certo? É um leitor voraz.

Embora o meu Cavalheiro Inglês já esteja a ficar velhote (que depressa envelhecem os livros!) vou lá estar com ele e a Marcador, no dia 3, Sábado, pelas 18 horas

Enquanto não há data certa para o novo livro - sim, se tudo correr bem, vai mesmo haver novo livro no próximo ano - venham conversar sobre este ou ver assinado algum exemplar que por aí tenham. São todos muitíssimo bem vindos!


 Festa do Livro no Palácio de Belém

terça-feira, 10 de maio de 2016

É desta, duas autoras!

É agora que, por fim, eu e Célia Correia Loureiro vamos estar juntas, e no mesmo espaço inteiramente dedicado à literatura! 

Quando? Onde? (perguntais vós, com ansiedade...) 

Na Feira do Livro de Lisboa, claro! Que outro espaço seria melhor para por fim nos conhecermos?


Embora o evento se chame Encontro com Bloggers, estão todos convidados!
Se quiserem conhecer-nos, conversar connosco ou ter um dos nossos livros autografado,
é só aparecer na...

Feira do Livro de Lisboa
dia 7 de Junho, pelas 19h,
(no espaço da Marcador)

Lá vos esperamos!

domingo, 31 de maio de 2015

Só para lembrar...

As conversas são como as cerejas, tão boas!
Sei de alguns bloguers que lá estarão, para tagarelar durante um bocadinho, mas estão todos convidados!
Tragam os livros que já têm, ou aproveitem que nesse dia o Cavalheiro é livro do dia e levem-no assinado, mas sobretudo, venham dizer olá e fazer as perguntas que quiserem. Sem timidez, que ninguém é mais tímido do que eu!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Convite FLL - Quem vai lá estar comigo?


Já é oficial o programa da Marcador para a Feira do Livro de Lisboa de 2015, que começa no dia 28 de Maio.

Vão ser muitos os autores que, ao longos destes dias, vão marcar presença em sessões de autógrafos, showcooking, encontros com fãs e encontros com bloguers. 

Eu também vou lá estar!


JUNHO, dia 3 (Quarta Feira), 19h  
Encontro com Bloggers


Não são só os bloguers que estão convidados - embora estes possam confirmar a sua presença através de um email para a Marcador. Deixo a todos o convite para vir conversar sobre escrita e sobre o Cavalheiro e outros livros. 

Não se deixem levar pela timidez, que sabe quem me conhece que ninguém é mais tímida do que eu! E se têm algum livro por autografar, este é o momento. Quem vai lá visitar-me?







Uma história empolgante que nos transporta para Portugal na transição do século XIX para o século XX numa descrição recheada de momentos históricos e encadeada com as emoções e a vida de uma família orgulhosamente portuguesa.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Algumas coisas avulsas, e o link para o Palavra de Escritor

Embrulharam-me bem embrulhada nestas coisas do maldito PET, com trabalho extraordinário (entre orais e outras coisas) a entrar pelo meu tempo de correção de trabalhos dos meus alunos, preparação de aulas e,  com o arrastar do mês, desconfio que até pelo meu tempo pessoal, que os professores, parecendo que não, também têm vida e família, comem e dormem e tudo.

Ando cansada, pois ando, e a refugiar-me em guilty-pleasures. Não confesso quais, porque são mesmo, mesmo guilty, e para mais, repetidos! Divido-os com a leitura de O Céu É Dos Violentos, de Flannery O'Connor. É ao mesmo tempo fácil, quase compulsivo - pego-lhe e, quando dou conta, voaram vinte ou mais páginas - e enervante, porque a religião, da qual fujo como da peste nos livros, roça uma profética e inflamada loucura e não há uma personagem que não pareça distorcida. É impossível assumir um ponto de vista ou, até aqui, entender o protagonista de 14 anos. O diabo do livro é mesmo bom.

Sobrevivendo ao mês de Maio, creio que estarei na Feira do Livro de Lisboa, com a Marcador e um certo Cavalheiro, no dia 3 de Junho, ao fim da tarde. A propósito... os meus amigos que por aí têm o livro nas prateleiras e ainda não o leram, do que estão à espera? Eu aguardo as vossas leituras e opiniões! E os que ainda não têm... enfim, vamos lá à Feira comprá-lo e levá-lo autografado! Mais tarde farei uma publicação com detalhe, mas, embora seja aberto ao publico para autógrafos, creio que os bloguers podem inscrever-se por email para a Marcador, para estar presentes e conversar um bocado. De escritora e de bloguer para outros bloguers, fica o convite!  

Possívelmente, estarei também no encontro dos Nós os Livros, no dia 10, embora ainda precise de confirmação familiar. Talvez  nos encontremos por lá.  

Deixo ainda a ligação para o programa Palavra de Escritor em que estive à conversa com Pedro Pinto sobre O Cavalheiro Inglês... lembrem-se que a TV nos põe uns quilos em cima (ehehehe). 

sábado, 13 de dezembro de 2014

O lançamento - e afinal não voou nenhum livro!

Não voou, pois não. Nem eu tinha força nos braços para isso!

Estava bastante adoentada e quase sem voz, acho que nenhum livro chegava à primeira fila se o atirasse. Mesmo assim fiz ontem, por fim, o lançamento do meu novo livro O Cavalheiro Inglês.

Fez-se no fim do dia, no ambiente acolhedor da Bertrand do Picoas Plazza, entre amigos. Algumas das minhas meninas (ainda há alegrias em ser professora) fizeram-me uma surpresa e vieram acompanhar-me, e estiveram comigo família, amigos pessoais e virtuais, duas majestosas velas da NAU em que vou navegando... Algumas pessoas ficaram presas na estrada, outras no escritório e pelo menos uma em casa, com uma bela gripe, mas estavam comigo em pensamento, e isso chega-me.


Depois de algum convívio e conversa, instalamo-nos para ouvir falar do livro. A Marina Oliveira, da Marcador, abriu o programa das festas, com as apresentações e agradecimentos que cumpre fazer - grata fico eu pela oportunidade que a Marcador me ofereceu e à Marina, por ter genuinamente gostado do livro. 


A Sofia Teixeira, que tão bem conhecem do fantástico blogue Morrighan, fez uma apresentação sem rede, i.e, sem cábula, do livro, e esteve tão bem, tão bem, que devia tornar-se profissional da coisa! Felizmente a Sofia gostou, felizmente gostou mesmo, porque tinha-lhe pedido que fosse absolutamente honesta e quase não conversamos antes sobre ele.  Se tivesse detestado, descobriria ali mesmo (eu e quem veio ao lançamento)! Mas não. Referiu o amadurecimento da escrita e as personagens de que gostou mais, o enquadramento histórico... e fez-me alguns elogios que, vindos dela, sei que são sinceros e me deixaram sem saber o que dizer. Tanto que não os repetirei aqui. Muito obrigada, querida Sofia, pelo tempo que roubaste a essa tua vida sempre a correr e pelas tuas palavras!


Por fim, falei eu. Falei pouco, porque pouco me permitia a garganta, que hoje não funciona e me doi terrivelmente. Não há bela sem senão, não é? Fui também à aventura, sem cábula como eu gosto. A testemunha é este pequeno video feito pela Maria Azevedo (obrigada, prima!) e partilhado por ela no facebook... 

Restou-me assinar uns quantos livros, agradecer, como agradeço ainda, à Marcador e a todos os presentes - e em especial às meninas que me fizeram duas surpresas, estar presentes e trazer-me uns maravilhosos chocolates que não vão durar nada! 

E resta-me sobretudo desejar que este livro traga horas de prazer a quem o ler e tenha uma vida de sucesso!


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Convite de lançamento


Baixem-se, que este livro de 400 páginas vai ser finalmente atirado ao público, e com força! Há lançamento de semi-tijolo na próxima quinta feira!

E quem o lança? A Marcador, é evidente, eu, claro, e, na apresentação, a nossa querida Sofia Teixeira, que conhecem do blogue Morrighan... e que tanta pontaria tem para os cestos no basquetebol! Não vai falhar uma cabeça. A minha eterna gratidão, Sofia!

Para quem não estiver já preocupado com a possibilidade de perder a cabeça, há evento no Facebook (aberto pela Marcador), onde podem assinalar a vossa presença se o desejarem. Consegui enviar alguns "convites" no face ou por email, mas estendo o convite a todos os que tenham curiosidade de conhecer este meu novo livro! 

Estão mesmo todos convidados.



Haverá relato aqui no blogue depois do lançamento, se alguém sobreviver. 
De resto, novo post sobre o livro acontecerá apenas quando sair a primeira opinião 
(seja boa ou má, prometo!).

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

O livro RTP...

É com tremendo embaraço e ainda mais timidez que partilho o anúncio que vai passar... já está a passar na RTP. Vai andar por lá parte do mês de Dezembro. 

O Cavalheiro fica muito bem na figura, a autora... nem tanto! Eheheheh.





segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

AMANHÃ NAS LIVRARIAS!

E é amanhã que está nas livrarias o livro que com tanto gosto anunciei ainda há dias! 

Tem estado em pré-venda na Wook, com uns descontos simpáticos, na Fnac e na Bertrand online, mas amanhã estará ao vivo e a cores nas livrarias tradicionais - e na loja RTP. 

Tremo um pouco, de entusiasmo e temor por este "cavalheiro", que deixará de ser uma sombra nas arcadas e ficará exposto, como tudo o que soltamos no mundo, ao sucesso ou ao insucesso e às opiniões dos leitores. Eu cá estarei para aceitá-las, às boas e às más. 



Se o virem por aí, que tal um clique-clique rápido? Podem enviar-me em mensagem para o facebook do monster para partilhar a imagem do livro no seu escaparate ou, se o levarem para casa, onde vos apetecer! 


quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Por fim, o livro!

Cá está ele, O CAVALHEIRO INGLÊS!!


Está de volta, em papel e com o seu título original, 
e nova editora, a Marcador, que tanto aposta em novos autores nacionais. 
No dia 2 de Dezembro estará disponível nas livrarias. 
Não falta quase nada para que os leitores que já me conhecem e os novos leitores possam lê-lo e
 dizer-me de sua justiça. 

E sim, vai mesmo ser livro RTP de Dezembro!

E a sinopse?, perguntam.
Faço melhor, dou-vos a contracapa (na esperança de que se consiga ler)!



Estou muito contente com o resultado (obrigada, Marcador) e aguardo ansiosamente as opiniões.
Que vos parecem a capa e a sinopse? Fica alguma vontade de ler aí desse lado?

Muito em breve terei notícias sobre o lançamento, 
onde terei muito prazer em receber quem quiser aparecer e assinar todos os livrinhos que quiserem!