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domingo, 24 de novembro de 2013

Até que enfim, acabei!

Acabei! Acabei! 


Foi uma longa revisão, com leituras beta pelo meio, escrita e integração de novos excertos (curtos) com novas perspectivas, muito corte e muito acrescento, e a certeza de que, se recomeçasse agora, fazia ainda mais mudanças. 

O texto irá agora para a gaveta digital, onde ficará até... sabe-se lá. Pode ser para sempre. Mas, pelo menos, guardo-o com a impressão do dever cumprido.

Com tanta coisa, cresceu para as 412 páginas, que eu vou ter a lata de pedir a dois ou três novos betas para ler, embora sem intenção de voltar a mexer-lhe tão cedo.

Aqui fica, uma imagem do tão desejado FIM (muito mazinha, coitada), com uma espreitadela à última frase. 

TUDO o que se segue é provisório, evidentemente, mas é o que há.


O Olhar da Besta


Género: Fantasia urbana / Paranormal

Páginas: 412 (em A4, TNR, espaçamento 1.5, 174.001 palavras... com a palavra fim... ahhh, como é que é possível, quem é que escreve uma história com exactamente 174.000 palavras???)



Sinopse 

O que farias se, de repente, já não soubesses nada sobre ti próprio? Se o teu corpo não te pertencesse e não soubesses como controlá-lo, ou entendê-lo?

Mathias não sabe como explicar as coisas que lhe acontecem nos últimos meses. Não compreende nenhum dos seus apetites. Tem um estranho que o ameaça dentro do próprio corpo.

A visita do seu único tio, vindo da sua comunidade nos Catskills, traz explicações que viram o seu universo do avesso. É a pior altura para forças exteriores lhe trazerem a mulher que quer amar. Não pode fugir-lhe, nem sabe como amá-la, quando o corpo é a sua maior ameaça.

A nova realidade de Mathias torna-se subitamente perigosa quando inimigos inesperados ameaçam, de muito longe, tudo o que ama e conhece. Vê-se forçado a fechar uma porta sobre si mesmo, para embarcar numa viagem para fora de Portugal e da sua existência, numa aventura indesejada de surpresas, perigos e batalhas.

Como recusar, porém, quando todos os que ama dependem da sua determinação?

3 comentários:

Silvana disse...

Boa Carla :)
Espero, muito sinceramente, que ele não fique pela gaveta digital!
Beijinhos

Olinda P. Gil © disse...

Eu tb! :D

helena frontini disse...

Desejo muito boa sorte à Carla, à Olinda e a todas as / todos outras jovens portuguesas que se dedicam à escrita.