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domingo, 6 de outubro de 2013

How to Drive a Dragon Crazy - G.A.Aiken

(Texto em PT mais abaixo)


It's no secret I am a huge fan ( in a guilty pleasure way) of author G.A.Aiken / Shelly Laurenston. I particularly love her bear shifter books, which she writes as Shelly, but I enjoy all the other immensely as well. They have the best badass women, the funniest men and the best crazy dialogues ever. They make me laugh and always manage to improve my mood, which I desperately needed this week.

I didn't enjoy the last Dragon book as much as I had enjoyed the previous, so it took me a long time to start reading this one. I've had it in my kindle for quite some time. This was the perfect time for it, because it is sooo much fun and Eibhnéar, the Comtemptible, the beautiful huge Blue Dragon (even as a man) is the second most amusing brother, right next to his vain and self centered golden brother, Gwenvael. Also, Izzy, his "niece", is a real badass and owns an ugly, smelly, ferocious sort of dog. All the other dragons and humans from the previous books are at their best too.

There's lots of awsome action (human and dragon) and stuff happening all the time, not only with the couple, but also in the family. A weird cult, wild powerful magic, decisions to be made and fights to be had. They balance the book, so that it doesn't become too lovey-dovey... which I'm not sure it could ever be, because this couple... oh lord this couple!

They have a history together. Her mother married his older brother, so they are uncle and niece... but not by blood. "Believe me, it matters." (he's always stressing this) Also, they haven't spoken or seen each other for ten years, and didn't part in the best of terms. They were both young and annoying then. When they meet again, they are both powerful warriors, scary and very much set in their ways. She teases him all the time with the uncle / family thing,  he gets mad. They circle around each other - which is hilarious!! - until they... well, they decide to get each other out of "the system", and end up... ermmm. Well. From then on... hmm, the teasing goes on. And the... ermmm, "getting out of the system" too. A lot. With a lot of action and physical harm (limbs and tales fly, eyes are put out, dragon guts spill and so on), and family hard love too. The brothers are amazing together, theirs is an agressive, insulting, physically painfull love. The things they say and do to each other, pointing fingers at each other for insignificant things, to escape their wives anger... oh, boy. Their wives anger. These women are fighters, even the ones who don't actually fight. 

Can't wait to read the next!!


EM PORTUGUÊS

Sou uma fã incondicional de Shelly Laurenston / G A Aiken (os livros são dos meus guilty pleasures preferidos, mas ainda não estão traduzidos em PT). Gosto dos seus livros de shifters, que escreve como Shelly, em especial ds ursos, mas os outros também são o máximo. As mulheres são badass, os homens em geral muito cómicos, e há diálogos hilariantes. E muita acção, claro. Fazem-me rir, que era mesmo do que precisava nesta semana horrível. 

Não gostei tanto do último que li destes dragões, e por isso deixei este no kindle muito tempo. Ainda bem, este foi o momento ideal, porque é tããão divertido, e Eibhnéar, the Comtemptible, o belíssimo e enorme (mesmo enquanto homem) Dragão Azul é quase tão divertido como o seu irmão dourado, vaidoso e egocêntrico, Gwenvael. Para além disso, Izzy, a sua "sobrinha" é mesmo badass e tem uma espécie de cão feio, mal cheiroso e feroz. Todos os outros dragões e humanos dos livros anteriores estão presentes e em forma!

Há montes de acção fantástica (em forma humana e de dragão) e coisas a acontecer o tempo todo, não só com o casal, mas na família. Um culto estranho, magia selvagem e poderosa. decisões a tomar, lutas a ter. Equilibram o livro e evitam que se torne demasiado meloso... que eu não sei se poderia ser, porque este casal... ó, céus, este casal!! 

Eles têm uma história juntos. A mãe dela casou com o irmão mais velho dele, uma feiticeira com um dragão, por isso eles são tio e sobrinha... mas não de sangue. "E, acreditem, isso importa."(ele está sempre a dizê-lo)
Paraalém disso. não se encontram nem falam há dez anos, e não se separaram amigos. Eram ambos jovens e irritantes nessa altura. Quando se reencontram, são ambos guerreiros poderosos, assutadores e muito teimosos. Ela provoca-o constantemente chamando-lhe "tio"  e falando da família, e ele enfurece-se. Andam em redor um do outro, o que é hilariante, até... bom, até que decidem tirar o outro "do sistema" e... errrr. Bem.  Daí em diante, a provocação continua, com mais picante. E a... errr, remoção do sistema também. Muita. Misturada com muita acçãodestruição (voam membros e caudas, são vazados e olhos e derramam-se entranhas de dragão) e amor fraternal. Durinho. Os irmãos são espantosos juntos, o seu amor é agressivo, repleto de insultos e lutas. As coisas que eles dizem e fazem uns aos outros, magoando-se e apontando o dedo a qualuqer um, só para fugirem da fúria das mulheres... credo. E a fúria das mulheres. Estas mulheres são lutadoras, mesmo que não lutem. 

Mal posso esperar pelo próximo!


domingo, 28 de julho de 2013

Guilty pleasure #1: Wolf with Benefits, Shelly Laurenston

Tenho dito aqui umas quantas vezes que, se quero divertir-me e descontrair a ler, esta é uma das autora ideais, com os seus livros das séries Magnus Pack e The Pride.  Os que escreve enquanto G.A. Aiken (Dragon Kin) também não são maus para isto, mantêm algumas das características, mas estes são favoritos. E acho que consegui converter razoavelmente a bloguer Ana Ferreira (do Illusionary Pleasure) às mulheres bitchy-badass e aos homens doidos destas histórias... homens e mulheres, que é como quem diz, porque  a maioria são shifters. Não vou defender de maneira nenhuma a qualidade dos livros, mas vou defender que, dentro do género, são do melhorzinho porque pelo menos as personagens têm MUITA personalidade e a escrita é fluida e viva. Obras primas, ficam para outros carnavais, agora mandei o cérebro de férias.
 
De entre estes, tenho um fraquinho pelos que envolvem os ursos, por serem tão peculiares e mal dispostos, mas quase todos, por uma razão ou por outra, me fazem rir. Seja porque as mulheres são doidas e ferozes, os homens têm tantas pequenas manias ou os diálogos são tão naturais e genialmente construídos - com muito wit - o livro desaparece num instante e fico sempre a querer mais. Perfeito para descontrair.
 
Este não é excepção e foi dos que me divertiu mesmo muito. Foi também o primeiro que li com uma shifter chacal (não são bichos bonitos), que deixa tudo doido, no mau sentido, com os seus gritinhos, wip, como diz. Os pais parece que nunca mais acabam de produzir crianças, sendo ela a mais velha, nos 20 e muitos, e os mais novos com 3 aninhos. A pobre é a única irmã normal, se assim se pode dizer, numa família de 10 irmãos prodígios, alguns terrivelmente egocêntricos, alguns com manias, OCD, agorafobia, cleptomania e piromania, e muito, muito focados nos seus dons, sejam eles artisticos ou científicos. A ela, sobra-lhe a tarefa de vigiá-los, organizar-lhes a vida e evitar que se matem uns aos outros por causa dos horários de ensaio ou aulas, ou do espaço para fazê-lo.
 
Ele é um lobo enorme do Tenessee, tremendamente descontraído, cujo lema é "se esperares o suficiente, o divertimento vem ter contigo", e que encontra em quase tudo um entretenimento. É de imaginar o que acontece quando amigos e pais da jovem decidem que é altura da moça mostrar o seu valor como valente organizadora num trabalho onde possa ser reconhecida, já que os irmãos assumem quase todos que ela lhes "pertence" e existe em função deles. Complica-se quando o trabalho é para uma equipa de hockey no gelo shifter que inclui o melhor jogador de sempre (Bo Novikov, urso-tigre que já protagonizou outro livro), mas também o mais OCD do mundo, violentíssimo quando os horáios não são cumpridos, uma negociação com  uma equipa de ursos polares russos que o detestam, um projecto de arma química de umas das amigas génio da mãe (estas humanas) que podem destruir o mundo, e uma irmã amoral e... genial, um culto religioso... estão  a ver a salsada?
 
É um livro rápido, divertido e sexy, que li em duas pernadas numa viaem de automóvel de quase 7 horas, e em momentos soltos numa tarde no parque Warner, enquanto os doidos lá de casa andavam de cabeça para baixo e às voltas pelo ar.